C.E.E.P.Agrícola de Campo Mourão.

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Palestra: Transformax


CEEPA, 05 de Junho de 2013 - Colégio promove a palestra sobre o trator multifuncional Transformax. Uma inovação à Agricultura criado na propriedade da família Forastiere, em Engenheiro Beltrão-PR. O trator viabiliza o melhor aproveitamento de um veículo convencional, transformando-o em uma máquina que realiza diferentes funções.
 

De acordo com Paulo Forastiere, o trator engloba várias funções que seriam desenvolvidas por diversos tratores. Entre essas funções, estão a balança dianteira, pulverizador, calcareadoura, carreta para o transporte, entre outras.
O Transformax, como é conhecido, foi criado e construído para oferecer uma nova opção de maquinários super equipados, com várias funções em um mesmo equipamento. A novidade é que o produtor pode reaproveitar seus maquinários antigos, e em grande quantidade, transformando os mesmos equipamentos de 5 funções em 1. Toda essa adaptação é realizada na fazenda São Domingos, onde funciona a fábrica da família, no município de Engenheiro Beltrão.

Os alunos aprovaram os benefícios com o manuseamento do maquinário, a troca das funções equipadas na parte traseira do trator. Elas são adaptadas para o operador e possibilitam fazer a sua troca individualmente, sem necessitar do auxílio de outras pessoas. “Acredito que essa inovação é importante por ser acessível a pequenos e médios agricultores, pois auxilia na mão-de-obra da produção. Assim, eles crescem cada vez mais e temos também a prevenção do êxodo rural. Acho muito importante essa reutilização da maioria dos maquinários já existentes nas propriedades”, afirmou o aluno Paulo de Jesus Pinto.

O Transformax é diferenciado dos outros maquinários, e implementos agrícolas, pois não apresenta a dificuldade de se trabalhar em terrenos declivosos. A produção, juntamente com os equipamentos fornecidos pelo proprietário, viabiliza o preço final do produto.

O palestrante apresentou o maquinário como um meio viável para o pequeno e médio produtor dinamizar sua lavoura com baixo custo. A palestra, segundo a aluna Natanaely Pereira do Nascimento, “não teve fins lucrativos, mas o objetivo de nos mostrar que é possível acrescentar atividades extras na propriedade. Isso irá gerar um aumento de renda e de empregos, além do benefício que é trazido ao produtor com o aproveitamento de um maquinário já existente”.


Para o corpo docente do Colégio, a palestra teve resultados positivos. De acordo com o professor Sergio Izelli, uma palestra como essa serve para trazer aos alunos diferentes opções de trabalho no setor agropecuário. “Eles poderão trabalhar, por exemplo, nesse seguimento tanto no setor de comercialização do produto quanto no desenvolvimento de ideias para facilitar a vida dos produtores”, disse o professor à redação de Folha.

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Formação Profissional



Diversas palestras têm sido realizadas ao longo do ano, visando ao desenvolvimento profissional dos nossos futuros técnicos agropecuários. Na reportagem a seguir, escrita por um aluno do 3º Ano, a FOLHA aborda um desses momentos de importante formação para o Colégio Agrícola.

BRACHIARIA RUZIZIENSIS
Sandro Zanella Castelli – 3º A

No dia 28 de maio de 2013, terça-feira, os alunos dos segundos e terceiros anos assistiram a uma palestra feita pelo Engenheiro Agrônomo Alvimar Vergílio Castelli sobre a Brachiaria ruziziensis. A palestra teve início às 19 horas.

O assunto, que interessou muito os alunos, foi as vantagens físicas, químicas, biológicas e ambientais da Brachiaria como cobertura de solo, alimento para microorganismos, pastagem para bovinos e condicionadora da melhoria da estrutura do solo, evitando erosões.

A Brachiaria Ruziziensis, é uma planta originária da África. Ela está relacionada com a Brachiaria Decumbens, da qual difere por ser de porte maior. Conforme exposto na palestra, essa espécie emana odor parecido com o do capim gordura, sendo palatáveis aos animais. 

Uma característica dela é não apresentar toxidade. Também não tolera a geada e o fogo frequente. Cresce em vários tipos de solos, desde os mais arenosos até os argilosos, porém requer boa drenagem e média fertilidade. É um capim ideal para competir com plantas invasoras. Sua floração é tardia e sua inflorescência se distingue da Decumbens porque a gluma inferior se encontra distante do resto da espigueta. As folhas são largas, com pilosidade, e de cor verde pálida.

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DIA DO DESAFIO TEVE UMA BOA REPERCUSSÃO NO CEEPA


Alunos, professores, equipe pedagógica, direção e funcionários. Todos reunidos em uma ação que culminou em um imenso abraço à quadra do Colégio
 


Na data 29 de Maio, uma manhã de quarta feira, os alunos do Colégio se uniram à população mundial para participar do Dia do Desafio, evento realizado em escolas, hospitais, empresas e diversas entidades. Considerado um meio de estimular a população a praticar o exercício físico, também serve como um empurrãozinho para que a prática de exercícios seja mais efetiva.
Natanaelly Pereira do Nascimento – 3º A

Todo o corpo docente e discente do CEEPA se mobilizou em torno do dia do Desafio. Evento promovido pelo SESC, tem repercussão mundial e todos os anos mobiliza uma competição entre as cidades. Conforme disse o professor Amarildo Afonso, Campo Mourão tem sempre vencido as competições ao longo dos anos, e neste ano não será diferente.
Na quarta aula, após o intervalo da manhã, os professores fizeram a chamada e se dirigiram com as turmas para o campo de futebol. Lá, se encontrava a direção e os funcionários dos diversos setores do Colégio. Primeiramente, fizeram um alongamento, sob a orientação do professor Emerson Davi Michels, professor de Educação Física. Em seguida, foi formada uma fila e os participantes deram três voltas ao redor do território que compreende a quadra e o campo de futebol, terminando com um círculo em volta do local.
 Na opinião do professor Emerson Davi Michels, o evento vem promover uma conscientização a respeito da importância de se fazer exercícios físicos. Segundo ele, a maioria das doenças que aflige a população nos dias atuais poderia ser prevenida através do hábito da atividade física.

OPINIÃO
O Dia do Desafio, relizado no mundo inteiro, serve para as pessoas praticarem exercícios. Ficamos muito parados e – em muitos casos – até doentes, por conta do sedentarismo. Sendo assim, o dia do desafio foi feito no Colégio para incentivar os alunos a se exercitar. O que também é feito em empresas, escolas, hospitais e outros ambientes.
Lucas Lira Ponte – 1º C

O Dia do Desafio é uma atividade mundial, realizada em todos os locais aonde existe um grupo de pessoas preocupadas com a saúde e o bem estar. Seja em uma empresa, em escolas, e diversos locais onde há aglomeração de pessoas na última quarta feira do mês de Maio. O intuito é fazer com que todos se movimentem. Então, podemos dizer que o nosso dia do desafio foi muito bom.
Jefferson Raffael dos Santos – 3º A

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segunda-feira, 27 de maio de 2013

Ações Marcam a Semana de Prevenção à Violência no CEEPA


AÇÕES MARCAM A SEMANA DE PREVENÇÃO À VIOLÊNCIA NO CEEPA


Importantes ações voltadas à prevenção da Violência vêm sendo realizadas no Colégio Agrícola de Campo Mourão. Entre elas, debates com os alunos e produção de textos e cartazes despertaram a reflexão e a conscientização sobre esse tema.




Debates - Na aula de Língua Portuguesa, o gênero debate foi utilizado como ferramenta para introduzir o assunto da violência e motivar os alunos a dar sua opinião, desenvolvendo a argumentação e o senso crítico. Primeiramente, foi feito um levantamento das principais formas de violência presentes na sociedade, como exploração sexual, violência à mulher, discriminação, racismo, bullying, entre outras. Pelas regras do debate, cada grupo de alunos deveria escolher um dos tipos de violência e fazer uma breve análise do mesmo, preparando uma exposição para ser feita a toda a classe.
Para esse momento, dividiu-se as turmas em dois grupos. Cada grupo deveria selecionar um membro para apresentar um parecer do assunto discutido aos demais colegas. Cada apresentação foi cronometrada em dois minutos. Em seguida, os grupos organizaram o “rebate”, ou seja, tiveram um tempo de preparação para a réplica. Nessa parte do debate eles poderiam concordar, discordar ou acrescentar alguma informação à exposição feita anteriormente.

Cartazes – Para marcar a semana, também foram produzidos cartazes contendo diversos temas relacionados à violência. Por meio da pesquisa, os alunos perceberam que a violência pode ser encontrada em diversos setores, como no caso dos esportes, no meio ambiente, em meio aos animais, e, é claro, sem deixar de mencionar tipos de violência encontrados do meio familiar, como o caso da violência contra as mulheres.








Violência Sexual Contra Crianças e Adolescentes - De acordo com o Comitê Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual Contra Crianças e Adolescentes, o dia 18 de Maio vem sendo promovido como o dia Nacional da conscientização em torno desse importante tema, que afeta milhares de crianças e adolescentes em todo o mundo, segundo dados pesquisas recentes. A data marca um triste episódio ocorrido há cerca de 40 anos atrás. Uma criança de 8 anos chamada Araceli Cabrera Sanches, foi covardemente drogada, espancada, estuprada e morta por membros de uma tradicional família capixaba. Ainda segundo o site do Comitê, muita gente acompanhou o desenrolar do caso, porém sem que houvesse denuncias necessárias para promover a prisão dos envolvidos no crime. Em 2010, foi criada a Lei  9.970, que no seu artigo primeiro, institui o Dia 18 de Maio como o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual Infanto-juvenil. Para ter acesso a maiores informações sobre essa data, clique aqui.

Semana de Prevenção à Violência

SEMANA DE PREVENÇÃO À VIOLÊNCIA



O último dia 18 de Maio marcou o dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. Neste ano, o CEEPA aproveitou a data para promover uma semana de reflexão em torno do tema da violência em geral. Orientados pela direção do Colégio, os professores promoveram debates nas salas de aula, bem como a produção de textos e cartazes sobre o tema. Além de abordar a questão da exploração sexual de crianças e adolescentes, os alunos também foram convidados a refletir sobre quais são os tipos de violência mais frequentes na nossa sociedade atual.

...e confira abaixo o recorte de alguns textos selecionados na aula de Língua Portuguesa, no 1º Ano B, após o debate realizado pela turma.

Violência Psicológica - A violência psicológica é expressa por meio de palavras ofensivas, vindas do agressor. Por meio desta violência encontram-se casos de suicídios, pode estar presente em outros tipos como no bullyng, violência racial e outros.
 Murilo Antonio Macieski

Violência verbal - Violência verbal é algo que acontece muito dentro de casas de família do Brasil e no mundo inteiro; são pais que maltratam seus filhos verbalmente, falam palavrões, etc. Com isso, as crianças se sentem excluídas e tendem a se afastar de seus pais; alguns, infelizmente, rumo as ruas e as drogas.
Matheus Bernardo de Lima

Violência contra a mulher - Muitas mulheres, no país inteiro, sofrem de violência. Mulher, não fique quieta! Denuncie, procure seus direitos.
José Gabriel

Violência contra idoso - Violência contra pessoas idosas é uma falta de respeito no Brasil que é possível ver em todos os lugares: nos ônibus, ruas e ate na sua própria casa. Por que o povo de hoje não respeita como antes.
Darlan Alencar

Bullyng
- O bullyng é inadmissível, nas escolas, nas ruas, e entre os familiares. Ele pode causar problemas psicológicos e até levar a depressão profunda. O bullyng pode passar por brincadeiras, apelidos, nas redes sócias ou até em rodinhas com amigos; se você sofre com isso procure ajuda!
Maryana  Leticia

- Bullyng é um dos piores tipos de violência porque as palavras têm mais forças do que um soco; porque a palavra vai ficar remoendo por dentro, por toda a vida. Então tenha consciência e não maltrate as pessoas com palavras. Vai fazer bem para você e para a pessoa.
Erika Thomé Pink

Violência nas escolas
- É  muito importante conversar e orientar os alunos sobre a violência, pois há muita indisciplina e conflito dentro e fora da sala de aula. Além disso, os jovens estão mais violentos a cada dia aumentando as brigas e até mesmo os índice de mortalidade. E o que é pior: muitas vezes, por motivos banais.
Carina P. de Oliveira

- “Violência é algo que tem sido muito frequente. Devemos passar informações, conscientizar pessoas que sofrem violência a denunciar os crimes cometidos.”
Amanda Rufino

- A violência é um assunto que deve sempre ser abordado no meio escolar, pois é nesse ambiente que acontecem vários tipos de violências. Bullyng, descriminação, violência corporal e vários outros. Esses fatores deixam marcas psicológicas e corporais, gerando trauma nos envolvidos.
Viviane Carla de Paula

- A violência nas escolas ocorre normalmente de duas maneiras: verbal e física, então não deixe isso virar habito, converse com seus pais e e professores mas não fique em violência, denuncie.
Lucas Camargo Crocolli

Racismo - O racismo ocorre quando pessoas pensam que são melhores que as outras. Ocorrem principalmente com pessoas de outras raças. Não deixe barato! DENUNCIE!
Welington Fernando E. Santos
 
Violência Virtual - A violência virtual vem se agravando a  cada segundo! Lendo um jornal, presenciei uma situação em que um homem usava um site da internet para seduzir meninas de nove anos para abusá-las. Quando os pais descobriam era tarde de mais.
Matheus Simon

Violência contra crianças - Muitas famílias forçam seus filhos a trabalhar,tanto em casa quanto na rua. Eles não conseguem estudar, pois seus pais os prendem ao serviço. Além disso muitos pais batem frequentemente  em seus filhos e alguns ainda cometem violência contra eles. Isso deve parar.
Vinicius Tomé Figueiredo Gomes


Escola é um lugar feito para estudar e não para brigas. Quem gosta de briga não deve estar no colégio e sim na rua. Escola é feita para se estudar e não brigar.
Antonio Henrique

É muito importante se falar de violência no ambiente escolar, pois os indivíduos se dão ao luxo de uma libertinagem onde cegam-se, não observando o respeito mutuo com os de mais. Isso esclarece a importância de se incentivar a conscientização de alunos e professores. Estimular cada vez mais a razão e minimizar o nosso instinto animal,alem de ensinar a convivência em sociedade.
João Vitor Souza

domingo, 5 de maio de 2013

Compostagem em Foco


         Um importante projeto na área de preservação ambiental vem sendo  desenvolvido no CEEPA de Campo Mourão.  O projeto foi tema de uma entrevista coletiva, feita pelos alunos do jornal Folha Agrícola ao professor Carlos Roberto Kramer Vieira. A entrevista aconteceu no dia 22 de abril de 2013, na sala onde acontecem as reuniões de preparação do jornal. 

         Compostagem, segundo o dicionário Houaiss, é a “reciclagem de lixo para uso como adubo agrícola.” No refeitório do colégio, já era comum separar o lixo orgânico do lixo reciclável. A novidade é que está em andamento, desde o início do ano, o projeto de compostagem de resíduos alimentares. Tais resíduos serão transformados em adubo, que será utilizado no cultivo da horta da instituição. O projeto é iniciativa do professor Carlos Roberto Kramer Vieira, concluinte do PDE – Projeto de Desenvolvimento da Educação - em 2012.

         Para conhecer mais detalhes dessa ação e repassar informações à Comunidade Escolar, os alunos da redação desta Folha Agrícola reuniram-se no dia 22 de Abril para entrevistar o professor Roberto.  Durante os trinta minutos de um bate papo descontraído, os alunos ouviram atentamente às respostas de suas perguntas, que haviam sido elaboradas previamente. Nesta publicação, segue o vídeo com a entrevista na íntegra e as perguntas feitas ao professor.

Compostagem em Foco - 1ª parte da entrevista

Folha Agrícola: Por que o senhor escolheu a compostagem como tema do projeto?
Carlos Roberto: A ideia surgiu quando estava no refeitório e comecei a observar os alunos jogando fora os seus restos de comida. Percebi que isso poderia ter uma finalidade educativa. Havíamos tentado realizar a compostagem anteriormente, porém, da maneira errada. Isso porque o local era frequentado por animais, que descobriam e remexiam o lixo, estragando o projeto. Desta vez, estamos utilizando uma maneira que acreditamos ser correta. Eu levei o meu projeto para a orientadora do PDE, ela aprovou, estamos com ele em andamento.

FA: Quais os benefícios que a compostagem pode trazer, na sua opinião?
CR: Um dos benefícios que a compostagem pode trazer é ter uma própria fonte de  adubos orgânicos. Da mesma forma que se utiliza os resíduos dos estercos bovinos, podemos, também, obter o adubo a partir de vegetais decompostos. Essa matéria orgânica será utilizada na produção de hortaliças para a horta do colégio. Outro benefício que podemos destacar é em relação ao aterro sanitário do município. Precisamos conscientizar a população de que todo aterro sanitário tem uma via útil, ou seja, ele é construído para ser utilizado em um determinado período de tempo. A reciclagem tem o poder de dar um fôlego maior ao aterro e preservar a sua vida útil. E, por fim, é claro que queremos preservar o nosso meio ambiente, de forma geral. Devemos ter mais cuidado para  não o agredirmos da forma que está sendo agredido. Esses são os principais benefícios que a compostagem vai nos trazer, mas é claro que se for realizado com sucesso pode trazer muitos outros.

FA: Professor, o que é necessário para que o projeto dê certo?
CR: Eu costumo dizer que mesmo se eu não tiver um quilo de alimento para compostar, o projeto já terá sido um sucesso. Porque isso irá revelar a conscientização dos alunos em combater o desperdício de alimentos.

FA: Gostaria que o senhor nos dissesse quanto tempo e de que modo se faz a compostagem?
CR: O tempo necessário para implantar a compostagem é de 75 à 90 dias. Para sua realização, foi construído um tanque de concreto com depósito para o chorume (líquido de cor escura e poluente para a natureza). As camadas do composto são intercaladas entre palha e resíduo  orgânico, e a temperatura é monitorada para que não haja danos às minhocas, que são importantes na decomposição dos resíduos. E o local é protegido por uma cerca para evitar que os animais domésticos entrem e possam estragar a montagem.

FA: Professor, em relação ao PDE, como os professores repassam as informações adquiridas no curso para os alunos?
CR: No nosso caso, as informações obtidas no período do curso estão repassadas aos alunos por meio desse projeto. De modo geral, os conteúdos teóricos são repassados aos professores por meio de grupos de estudo. Atualmente, muitos professores da rede pública estadual estão realizando cursos de formação com os professores que já concluíram o PDE. Dessa forma, é possível trazer inovações para a educação e despertar mais o interesse dos alunos.

Compostagem em Foco - 2ª parte da entrevista

FA: Com relação à escolha da compostagem, é uma opção sua ou do PDE? E como foi a experiência do senhor em ficar esse tempo de um ano estudando e participando do PDE?
CR: Cada professor PDE escolhe o seu tema, juntamente com o seu orientador. No meu caso, vi que essa temática viria a ajudar muito na formação dos alunos, com a conscientização em torno da preservação ambiental. Além disso, o projeto irá trazer benefícios ao Colégio, a partir do momento em que começarmos a utilizar o adubo produzido aqui mesmo por nós. Isso irá reduzir os custos com o plantio das hortaliças. O PDE tem um papel muito importante na formação dos educadores. Esse projeto me proporcionou o contato com o os principais teóricos da educação, além de poder conhecer e estudar os grandes filósofos da humanidade. Acredito que tenha sido de grande importância para a minha carreira profissional, tanto pelo ganho financeiro como pela bagagem cultural.

FA: Porque o senhor quis seguir a profissão de agrônomo? E o que o levou a se tornar professor?
CR: Eu quis, primeiramente, ser Agrônomo. Porque tenho muita afinidade com a terra e com as plantas. Desde pequeno, cresci na terra, perto da lavoura, influenciado e tomado pela natureza. Como diz o ditado ''Quem nasceu pra ser tatu, morre cavucando”. Depois de muitos anos nessa carreira, com a oportunidade de fazer o concurso para trabalhar no Colégio Agrícola, eu fiz as provas, passei, e comecei a dar aulas. Nunca mais parei de lecionar, e pretendo encerrar a carreira como professor.

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Programa Brigada Escolar: Defesa Civil na Escola



PROGRAMA BRIGADA ESCOLAR: DEFESA CIVIL NA ESCOLA





Alunos do internato fazem treinamento para a evacuação do Colégio. Aprendem dicas de como proceder em caso de emergência e prevenção de incêndios


08/04/2013 - Uma importante ação de prevenção e conscientização em torno da segurança em casos de emergência foi feita na data de hoje no CEEPA. Os alunos do internato participaram de uma palestra informativa sobre prevenção de incêndios e tomaram conhecimento do Projeto Defesa Civil na escola e Brigadas Escolares. Além disso, realizaram a simulação de um plano de evacuação do internato.

A ação foi coordenada por Edemilson Gepiak da Cruz, profissional da educação que é responsável pela biblioteca do Colégio. Ele participou do curso "Brigada escolar - Defesa Civil na escola" nos dias 25 e 26 de março. O curso teve como objetivo promover treinamentos de evacuação das escolas em casos de emergência, como incêndios, vazamentos de gás, explosões, abalos sísmicos, entre outras situações que o diretor da escola achar necessário.

De acordo com Cléo Cesar Camilotto, diretor geral do Colégio Agrícola, o Programa Brigada Escolar - Defesa Civil na Escola visa construir na rede estadual de ensino uma cultura de prevenção, com a formação de brigadas escolares em todas as escolas, e adequar as edificações escolares às normas de prevenção contra incêndio e pânico. “Acreditamos que essa ação será bastante positiva e tem como principal objetivo garantir a segurança dos nossos alunos”.



Inicialmente, os participantes assistiram a um vídeo explicativo sobre o processo de formação de um incêndio. Conforme visto no vídeo, em menos de três minutos uma sala de estar pode ser totalmente incendiada. Após uma explicação geral, o palestrante explicou como seria realizado o plano de retirada dos alunos das dependências do internato naquele momento. Também passou um vídeo explicativo onde os alunos puderam ver pessoas de outra escola simulando a evacuação de um estabelecimento escolar. Feitas essas explicações, seguiu-se a entrada dos internos em seus respectivos quartos e a preparação para a retirada, que durou cerca de 50 segundos.

Embora muitos alunos achem inusitado realizar uma ação como essa, o bibliotecário procurou conscientiza-los da importância e seriedade do projeto. Segundo Edemilson, "os alunos não podem ser pegos de surpresa em uma situação de risco, portanto, o repasse dessas informações pode fazer a diferença. Todo o cuidado é importante para salvar vidas em um caso real de emergência".

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Você sabia?
Veja, abaixo, todos os passos que devem ser tomados em um plano de abandono de local, em caso de emergência.


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Todos devem levar apenas carteira, documentos e celular. Devem, também, cruzar os braços para evitar tombar em objetos e em outras pessoas. Alunos com braços descruzados são um sinal de que algo errado está acontecendo (por excesso de pânico) e podem requerer uma atitude por parte dos monitores.

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Para a saída das salas de aula, os professores precisam estar com a chamada feita e devem levar o livro de chamadas junto consigo no trajeto. Após organizar a turma, devem também colocar os alunos em fila indiana (ainda dentro da sala de aula); permanecer na porta, mantendo contato com o responsável pelo corredor e, após certificar-se de que todos os alunos já se retiraram, deve fechar a porta e fazer um risco na diagonal, indicando que não há mais ninguém na sala.

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O trajeto deve ser organizado em fila e próximo às paredes. Chegando ao ponto de encontro, as turmas devem se organizar em filas e sentar-se. Os professores, então, devem conferir novamente se todos os alunos estão no local. Nesse momento, qualquer alteração deve ser passada ao responsável (diretor) para informar as equipes de resgate (bombeiros).