C.E.E.P.Agrícola de Campo Mourão.

segunda-feira, 8 de julho de 2013

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Confira o que vem acontecendo nos últimos dias no 
CEEPA de Campo Mourão

ABATE DE FRANGOS – Em dois dias, cerca de 85 aves foram abatidas pelos alunos nas aulas da disciplina de Produção Animal. De acordo com a professora Lays de Moraes Rodrigues, o Colégio adota o processo de abate humanitário e é realizado em sete etapas. Primeiro, ocorre a descarga elétrica, insensibilizando a ave. Em seguida, vem a sangria, a depenagem, a evisceração, corte, embalagem e transporte. Todo o produto é consumido no próprio Colégio, servido nas refeições diárias. “Os alunos gostaram muito dessa experiência. Muitos deles já ouviram falar desse tipo de abate, mas nunca haviam realizado na prática”, disse a professora Lays,

REFORMA – Quatro salas de aula de madeira serão reformadas nas próximas semanas. Para a reforma das salas, os alunos das quatro turmas do 2ºs e 3ºs anos foram acomodados provisoriamente no local aonde funcionava a sala dos professores, na biblioteca e em duas salas do internato, até que as suas novas salas fiquem prontas.



ROUBO – Dois bandidos armados levaram um veículo Golf placa AVE 1060, de propriedade do professor Amarildo Afonso, diretor pedagógico do CEEPA, quando este saía do trabalho e se dirigia para a sua residência. Amarildo Affonso, foi abordado pelos assaltantes na altura da via que dá acesso ao Contorno Sul de Campo Mourão. O roubo aconteceu por volta das 18h e30m, horário em que é comum o trânsito de professores e funcionários do Colégio por esta via. A polícia já está trabalhando na recuperação do carro, porém sem maiores informações até o momento. O veículo é do ano 2008 e de cor Prata, e foi levado juntamente com o notebook do professor e seus pertences pessoais. Pensando na segurança dos alunos, a direção do CEEPA vem orientando os mesmos a nunca se afastar das dependências do Colégio.

O maior problema, segundo relatos dos professores, é a situação precária da estrada oficial que dá acesso ao Colégio. A direção da UDP – Unidade de Produção – do CEEPA tem feito diversas tentativas junto à Prefeitura Municipal de Campo Mourão para que sejam feitas melhorias na estrada, porém sem sucesso.

“RETA FINAL” Correção de provas, recuperação paralela, trabalhos, revisões... Esta é a rotina dos professores do CEEPA nestes últimos dias que antecedem ao término do bimestre. Com a reforma do Colégio, a sala dos professores está sendo usada pelos alunos do 3º B e um novo espaço foi disponibilizada para que os educadores façam seus trabalhos.

ALUNOS DO CEEPA TÊM SEU PRIMEIRO CONTATO COM O MERCADO DE TRABALHO


Futuros técnicos agropecuários do Colégio iniciam a temporada de estágio e se preparam para a sua primeira atividade profissional. Por meio do estágio, realizado nos dois últimos anos do curso, os educandos adquirirem experiência e conhecimento na área e cumprem uma parte importante na sua formação.

Como requisito para obter o certificado do curso Técnico em Agropecuária, os alunos cumprem uma carga horária de estágio no 2º e no 3º ano do curso. “São 67 horas de experiência profissional em cada ano, não podendo trabalhar mais que 6 horas diárias”, disse o professor Sérgio Izelli, coordenador do curso, em entrevista à FOLHA. Segundo ele, no decorrer do estágio o aluno possui a oportunidade de vivenciar a prática da teoria, nos ramos da agricultura e pecuária. Dessa forma, ele tem oportunidade de contar com a primeira experiência profissional. Alguém com formação na área, como médicos veterinários, engenheiros Agrônomos, entre outros profissionais, se tornam responsáveis pelo aluno durante a vigência do estágio.

Depois de concluída a experiência prática, vem a fase de elaboração do relatório de estágio, dentro das normas de um trabalho acadêmico. Tudo baseado nas práticas realizadas a campo. O relatório será avaliado por uma banca composta por três professores, sendo que a nota final do aluno é a somatória das notas do relatório escrito, da apresentação à banca, além da nota tirada no ano letivo e mais a nota do supervisor de estágio.

Para a aluna Adriely Cristina dos Santos, a cada dia que passa aumentam as expectativas em relação a como será o estágio. “Desde muito cedo, é preciso iniciar os preparativos até que chegue o dia de finalmente começar a trabalhar.”, disse ela. A principio, é preciso escolher o local a ser realizado, além de organizar e formalizar os documentos exigidos no processo. Muitos educandos realizam as horas de estágio nas férias de Julho, como é o caso de Adriely. Ela conta que irá aproveitar ao máximo os 12 dias adquirindo conhecimento extra. “No meu caso, me identifico muito com a área de agroindústria, devido a isso optei por fazer estágio na Zaeli, na cidade de Umuarama PR. Após conhecer o trabalho dessa empresa tão reconhecida, não tenho dúvidas de que esse período me trará muitos benefícios.”

O aluno Jeferson Raffael dos Santos também está contente com o seu estágio. A empresa escolhida por ele é a Terra Planejamento e Assistência Técnica LTDA, tendo como responsável, o engenheiro agrônomo Daniel Silva. “Durante o período de estágio pretendo observar, na pratica, como é feito o atendimento aos produtores beneficiados pelos trabalhos da empresa, como a elaboração de projetos de custeio e visitas a campo para o monitoramento da lavoura.” A partir desta experiência, o aluno acredita que irá aprofundar seus conhecimentos rumo ao sucesso como futuro técnico em agropecuária.

Já a aluna Mayara Regina Alflen escolheu para o estágio uma empresa de topografia. Segundo a aluna, essa área abrange a elaboração e a delimitação de terrenos destinados ao plantio.  “Com o objetivo de compreender melhor as atividades relacionadas a esta área, vou efetua-lo no município de Mamborê, na empresa G-tec”, disse ela. Mayara afirma ainda que o estágio irá auxiliá-la a ter um melhor aprendizado, tanto no que diz respeito ao ensino do Colégio, como para aprender a lidar com o mercado de trabalho.

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Palestra: Transformax


CEEPA, 05 de Junho de 2013 - Colégio promove a palestra sobre o trator multifuncional Transformax. Uma inovação à Agricultura criado na propriedade da família Forastiere, em Engenheiro Beltrão-PR. O trator viabiliza o melhor aproveitamento de um veículo convencional, transformando-o em uma máquina que realiza diferentes funções.
 

De acordo com Paulo Forastiere, o trator engloba várias funções que seriam desenvolvidas por diversos tratores. Entre essas funções, estão a balança dianteira, pulverizador, calcareadoura, carreta para o transporte, entre outras.
O Transformax, como é conhecido, foi criado e construído para oferecer uma nova opção de maquinários super equipados, com várias funções em um mesmo equipamento. A novidade é que o produtor pode reaproveitar seus maquinários antigos, e em grande quantidade, transformando os mesmos equipamentos de 5 funções em 1. Toda essa adaptação é realizada na fazenda São Domingos, onde funciona a fábrica da família, no município de Engenheiro Beltrão.

Os alunos aprovaram os benefícios com o manuseamento do maquinário, a troca das funções equipadas na parte traseira do trator. Elas são adaptadas para o operador e possibilitam fazer a sua troca individualmente, sem necessitar do auxílio de outras pessoas. “Acredito que essa inovação é importante por ser acessível a pequenos e médios agricultores, pois auxilia na mão-de-obra da produção. Assim, eles crescem cada vez mais e temos também a prevenção do êxodo rural. Acho muito importante essa reutilização da maioria dos maquinários já existentes nas propriedades”, afirmou o aluno Paulo de Jesus Pinto.

O Transformax é diferenciado dos outros maquinários, e implementos agrícolas, pois não apresenta a dificuldade de se trabalhar em terrenos declivosos. A produção, juntamente com os equipamentos fornecidos pelo proprietário, viabiliza o preço final do produto.

O palestrante apresentou o maquinário como um meio viável para o pequeno e médio produtor dinamizar sua lavoura com baixo custo. A palestra, segundo a aluna Natanaely Pereira do Nascimento, “não teve fins lucrativos, mas o objetivo de nos mostrar que é possível acrescentar atividades extras na propriedade. Isso irá gerar um aumento de renda e de empregos, além do benefício que é trazido ao produtor com o aproveitamento de um maquinário já existente”.


Para o corpo docente do Colégio, a palestra teve resultados positivos. De acordo com o professor Sergio Izelli, uma palestra como essa serve para trazer aos alunos diferentes opções de trabalho no setor agropecuário. “Eles poderão trabalhar, por exemplo, nesse seguimento tanto no setor de comercialização do produto quanto no desenvolvimento de ideias para facilitar a vida dos produtores”, disse o professor à redação de Folha.

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Formação Profissional



Diversas palestras têm sido realizadas ao longo do ano, visando ao desenvolvimento profissional dos nossos futuros técnicos agropecuários. Na reportagem a seguir, escrita por um aluno do 3º Ano, a FOLHA aborda um desses momentos de importante formação para o Colégio Agrícola.

BRACHIARIA RUZIZIENSIS
Sandro Zanella Castelli – 3º A

No dia 28 de maio de 2013, terça-feira, os alunos dos segundos e terceiros anos assistiram a uma palestra feita pelo Engenheiro Agrônomo Alvimar Vergílio Castelli sobre a Brachiaria ruziziensis. A palestra teve início às 19 horas.

O assunto, que interessou muito os alunos, foi as vantagens físicas, químicas, biológicas e ambientais da Brachiaria como cobertura de solo, alimento para microorganismos, pastagem para bovinos e condicionadora da melhoria da estrutura do solo, evitando erosões.

A Brachiaria Ruziziensis, é uma planta originária da África. Ela está relacionada com a Brachiaria Decumbens, da qual difere por ser de porte maior. Conforme exposto na palestra, essa espécie emana odor parecido com o do capim gordura, sendo palatáveis aos animais. 

Uma característica dela é não apresentar toxidade. Também não tolera a geada e o fogo frequente. Cresce em vários tipos de solos, desde os mais arenosos até os argilosos, porém requer boa drenagem e média fertilidade. É um capim ideal para competir com plantas invasoras. Sua floração é tardia e sua inflorescência se distingue da Decumbens porque a gluma inferior se encontra distante do resto da espigueta. As folhas são largas, com pilosidade, e de cor verde pálida.

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